14.11.08

Crepúsculo dos deuses

Fiquei sabendo que é o filme predileto de David Linch :

"Como acontece com meu filme preferido, Crepúsculo dos deuses [1950], de Billy Wilder, que captura o sentimento de Hollywood em uma época específica."

Ainda estou em transe com uma entrevista excelente com o Linch na Trip. Não sei se a versão "papel" da revista tem outras coisas mas li esta na web. Também não sei dizer se o Ricardo Calil foi um bom entrevistador porque o Linch é um doce de pessoa e tem boa vontade e me parece estar fazendo algo que gosta muito que é promover a meditação transcedental.

Sobre o Crepúsculo eu não sei precisar bem o ano que assisti este filme. Já fazem uns 15 anos ou mais porém eu lembro que nesta época eu ficava até altas horas assistindo televisão e, as vezes eu tinha sorte de passar algum filme legal no corujão. Na época eu tinha um preconceito com filmes em preto e branco* e, quando começou o filme eu fiquei meio desapontado. Porém, este filme já começa numa magia infinita. Um corpo boiando numa piscina e um cara fazendo a narração de como tudo começou, o que fez com que aquele corpo fosse para a piscina. Além disso, apesar de toda a situação do "personagem" principal da trama, é uma realidade de muitas pessoas.

Clássico absoluto dos cinemas, aconselho muito e, espero que um dia façam um remake à altura para que os que ainda não aprenderam a curtir um P/B tenham contato com esta belezura.


*mal sabia eu que mais tarde eu assistiria o PI e, seria um dos melhores filmes que já assisti.

2 comentários:

Anónimo disse...

Seria bom tu fazer jus à admiração ao diretor escrevendo o seu nome corretamente. É Lynch, e não "Linch". ;-)

Arlen disse...

estou escrevendo "agente" errado e o nome dele também para ter mais comentários no blogue Marcos.

beijo pra ti tb