Lagartos
Chegamos no Putzel e, demorou pra chegar gente no lugar. Bebemos muita cerveja até que o pessoal das bandas chegasse. Fiquei feliz de saber que a Lagarto a vapor seria a primeira banda e, enquanto o show de verdade não começava, ficamos escutando pérolas do Faith No More.
Os Lagartos começam o show e, pra variar, peso, muito peso. No início, tava dificil de escutar a guitarra do Vinicius e, mesmo a do Bruno e, o som do baixo, tinha que se esforçar mas, logo, o problema foi resolvido. Energia é o que não falta pra eles, cada parada, cada recomeço e estavam todos no ar, pulando em coreografia com o que estava saindo das caixas.
O Czrall canta e se transforma num instrumento, ótima dinâmica, momentos altos alternados com baixos e, ele controlando tudo na garganta e, nos momentos que a Helena cantava, não ficava nem um pouco atrás. Outro que, mesmo nervoso, quebrou tudo foi o Bruno, Kwoz para os íntimos. Dava pra notar que ele estava muito preocupado com o som e, mesmo assim colocou fogo na guitarra, em pleno palco, destruiu com suas sete cordas envenenadas.
Não poderia deixar de dizer o quanto fiquei emocionado quando, antes de anunciar a minha predileta, disseram que era em minha homenagem aliás, "ao amigo Árlen", deixando a coisa ainda mais cara. Pra mim o auge da emoção foi esta mesma, Necrofilia, na cabeça, seguida de Aspartame e da cover de Faith No More.
Só o que posso dizer é muito obrigado, pela noite, pelo metau, pela simpatia e carinho. Colocaram fogo naquela porra do Putzel.
A outra banda era bem legal tb, bem melhor do que eu pensava mas, não fiquei assistindo até o fim.
Observações importantes :
1 - O dono do bar estava esbanjando bom humor.
2 - Os balões, colados nas paredes era pra comemorar a ultima festa independente por lá?
3 - Porque, os índies não vão prestigiar em peso estas grandes celebrações?
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