Queens of Stone Age
Ontem me encontrei com o Cabelo, ex-baixista da falecida e, tb o cara de quem comprei o baixo que uso com muito carinho na Salão Fígaro. Nos encontramos pra bater um papo, saldar parte de minha dívida e eis que o amigo comprou o primeiro do Queens Of Stone Age. Seguimos para a casa do “Gorgobil”(sim, é o apelido do rapaz), lá a coisa rola liberada além de sempre ter um chimarrão esperto.
É, realmente nunca tinha escutado, já tinha ouvido falar muito bem e tal mas, como é o disco menos conhecido dos caras, sempre tem aquela galerinha que diz que é o melhor porque ninguém tem acesso e, tipo, tb acho o melhor. É lógico que o Songs for the death tem duas ou 3 que são as melhores dos caras na minha opinião mas, se formos observar o resultado da obra completa, este primeiro mata a pau.
O som é o mesmo. Os 3 discos são iguais. Guitarrinhas em ampli de baixo(coisa que me agrada muito), atmosferas viajantes, psicodelia, aquela névoa de maconha e vocais inspiradíssimos em Alice in Chains e, foda-se quem não gostar disso, é igual. Pra mim tudo se resume em Alice In Chains, Black Sabath, maconha e deserto.
Ontem ainda, visualizando a capa do disco, sentimos que apesar de muito bonita a imagem, psicodélica pra caramba etc e tal, se trata de um travesti. Nem vou procurar algum lugar, algum site de fã doente onde ele comprove ou desminta a tese mas, é. Veja as mãos da “moça”.
Em vários momentos de nossa audição, eu e os índios ficamos abobados escutando determinados trechos de inspiração extrema. Grande disco. Comprarei. Leia-se comprarei um cd-r para queimar esta pérola.
Sem comentários:
Enviar um comentário