Gustavo
Ouvindo Winston - A carta
Ele era um grande brother que trabalhava comigo na outra empresa. Continua um grande brother mas deixou de ser colega de serviço. Foi a pessoa que mais curti, dentro da cwi e a que mais me dei bem. Na festa de fim de ano da empresa, o ano passado, agente deu a idéia pro pessoal de tocarmos na festa. No fim a nossa idéia virou um show de talentos que foi o maior sucesso. Eu, o Gustavo e mais dois colegas músicos combinamos de ensaiar juntos para tocarmos alguma coisa. No primeiro dai de ensaio, cheguei cedo e, eu e ele começamos a tocar Beatles, sem combinar nem nada, um puxava uma música e outro seguia atrás, fazendoa voz que tinha sobrado e isto durou mais ou menos uma hora. Resumindo, mesmo ele tocando bateria nas bandas que participou, toca violão bem pra caramba, tem o talento, além de ser uma pessoa incrível, muito amigo e daqueles que todo mundo gosta e se dá bem com todo mundo.
Mas porque to falando nele?
Ontem começamos a trocar e-mails e contei pra ele a lenda dos bateristas da Salão e convidei ele a escutar os sons e comparecer nos ensaios para de repente se, for a gosto dele, assumir as baquetas da banda para que agente consiga preparar nosso trabalho de uma vez. Afinal, mesmo agente tendo feito dois ensaios com bateristas bons, eles não são da banda e assim fica complicado.
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