Correria...
Acordei as seis da matina. Há tempos isto não acontecia. Peguei o trem e comecei a ler “Entrevista com o vampiro” de Ane Ricce. Chegando na empresa, tomei um chá de banco que se prolongou até as dez. Acabou faltando o documento que comprovava minha ultima votação. Tive que voltar pra Esteio para providenciar.
Pego o comprovante no cartório eleitoral e vou pra casa. Ligo pro Jaques e descubro que ele já falou com o Carlos. Disse que o nosso futuro vocalista fez uma exigência, tudo em português e acho que o Jaques não ficou muito contente pois, algumas músicas já tem uns resmungos em inglês, pra mim é indiferente, melhor se fosse em português mas tanto faz.
Marcamos uma reunião para a noite e quando desligo, vou atrás do nosso futuro baterista. Tínhamos escolhido o César, primeiro porque é um dos melhores bateristas que eu conheço, segundo porque já tocou com o Jaques e com o Carlos na Fantomas. Recebi elogios do César, disse que tinha adorado tocar comigo há tempos atrás e tinha pra ele que era divertido tocar comigo mas, disse que a vida dele tava muito tumultuada e que não poderia entrar em nada muito sério.
Ao meio dia almoço com o Cabelo, o baixista da Esteban(Proofs) e ele diz que me empresta o baixo pra mim tocar na banda do Mopho. Coloquei ele na parede dizendo que a banda com o Jaques está sem baixista e não posso convidar ele porque ele é muito murrinha. Leia-se murrinha porque ele não aceitaria tocar as músicas que eu e o Jaques já fizemos porque ele diria que não ajudou a fazer e não era um trabalho de banda. Se fossemos esperar fazer alguma música com ele nunca rolaria. Além disso, cada dia ele acorda de um jeito e o negócio agora é sério.
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