O Garagem, o Elo, a Barros Cassal, a Independência
Sexta Feira teve aniversário do Camilo e eu e jax aparecemos por lá. No inicio tomamos umas cevas num sinuca bar ao lado do beco. Ambiente maravilhoso com Smiths na vitrola ceva parcialmente barata e tivemos longos e certeiros papos sobre o que interessa uma coisa que é praticamente impossível em Esteio em virtude dos bêbados que se acomodam em nossa mesa sem serem convidados. Depois rumamos pra casa do Camilo e já tava todo mundo lá se divertindo. Tava ótima a comida e o salão de festas era na cobertura do edifício, uma vista linda num bairro/zona que sempre quis morar, perto do garagem, perto do antigo Elo Perdido e perto do Bambus e do beco enfim um ótimo local para viver.
Obviamente o Flávio estava lá contando suas estórias de brigadianos e tivemos bons momentos na mesa. Depois disso fiquei parcialmente distante de todos, tentando um pouco me enturmar mas, minha cabeça estava em outro lugar, perto dali como pude saber depois das três e meia da manhã. Fiquei a noite toda pensando em alguém que estava muito perto geograficamente mas, longe fisicamente e espiritualmente. As três horas mais ou menos fomos embora, eu já estava bem cansado e sem muita força para disfarçar o desgosto que sentia por motivos completamente alheios a festa.
Pra completar a noite tive uma sequencia de ligações que jogaram a pá de cal que faltava na minha sepultura. Imagino como deve ser ruim pro jax ter um amigo como eu nessas horas.
Sem comentários:
Enviar um comentário