12.6.05

Pública, Viana Moog e Tomate Maravilha

Sexta Feira eu Jax e esposas fomos para São Leopoldo para ver os shows acima citados e, principalmente re-encontrar nosso amigo Cachaça, ex-baterista da seven2nine. Quando chegamos no Mac, lá estava boa parte da Pública e, o Cachaça que se mostrou muito feliz em nos ver. Ficamos sabendo que, ele trocou de emprego e, está muito bem no trampo novo. Um trampo um pouco menos cansativo e, mais condizente com as habilidades do rapaz. Tomamos várias cevas e, chegou o Gordinez e a Rita e, se acomodaram ali na mesa com agente. Depois, agente se dirigiu para o 356 e lá encontrou o Foguinho, da Superphones e, ficamos ali conversando com ele sobre nosso show que faremos juntos em Setembro.

O público não estava grande coisa mas, quando a Tomate Maravilha começou a tocar aos poucos foi melhorando. Foi o primeiro show que vi deles. Em alguns momentos do show a guitarra simplesmente desligava por causa de um cabo, amadorismo total, me desculpe. Quanto ao som, mais ou menos. Se trata de um rockão fodido e bem primitivo não chegando a ser completamente garageiro. Achei os caras poses demais, pelo menos o baixista que, tinha uma pose das mais fazidas. Talvez seja impressão minha. Não convenceram.

Depois veio a Pública para mais um grande show. Pra mim foi o melhor de todos que assisti. O primeiro que vi sem o Velha tocando baixo e, na real, por conta disso, nada mudou. O Cachaça mais uma vez matou a pau e, mostrou que, sem dúvida nenhuma é um dos melhores bateristas da "cena" alternativa da região. Ele não tem o experimentalismo que o Marcelo Armani tem mas, tem uma pegada roque como ninguém, arranjos pra lá de certos e, não erra, simplesmente não erra nada. Assisti ao show na fila do gargarejo e, cantei boa parte das músicas junto. Horas eu ia pra perto do Jax com cara triste de criança que teve o doce roubado. O João não levou seu pianinho Fender acho que, devido ao deslocamento complicado de uma peça rara daquelas mas, isto não prejudicou em nada o show.

Devido ao cansaço agente foi embora na terceira música da Viana Moog.

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