10.4.05

Show

Bem não estou com muito saco pra fazer os meus enormes relatos destas aventuras pelo mundo da música como geralmente faço. Parece que está ficando comum ter "ressacas" logo após o show.

A NSE fez um belíssimo show, sem dúvida foi o melhor de todos. O show do Salão pra mim também foi bom. Acho que foi o que menos errei e foi o melhor equipamento de todos sem dúvida. O meu microfone captava minha voz mesmo eu de costas e há 30cm de distancia do equipamento.

Usei um visual Hard Rock pra não dizer visual Gay mas, foi massa. Infelizmente muito dos esforços de, encher o lugar ou, pelo menos colocar a cota mínima de gente lá dentro foi por água abaixo. Agente teve que pagar pelas pessoas que não entraram e, isto acabou gerando uma certa discussão um pouco antes de ir embora.

Me desculpe mas, se alguém me apresenta uma conta, eu tento entendê-la antes de pagar. Talvez eu estivesse muito burro e, não entendia muita coisa ou mesmo, não aceitava muita coisa, fato é que os dois donos do bar perderam a paciência comigo e, eu com eles.

Um deles mencionou que, era músico a dez anos o que pra mim não diz muita coisa, toco há 18 anos e nem por isto saio por ai tentando ensinar coisas pras pessoas como se fosse o mestre da música. Me perguntaram também sobre o Dr Jeckyll que tipo eu não sabia como era lá. Dae eu falei pra ele que, já tinha tocado lá e, tinha sido com toda certeza o pessoal mais gente fina de todos que toquei até hoje, o lugar que mais me respeitou como banda. Depois, conversando com o Fabricio e o Jax agente chegou num consenso de que, a maioria destes bares onde nossas bandas costumam tocar sempre o cara do som tem uma banda e, aquele é o segundo emprego dele. O dono do bar segue a mesma linha então todos já ficam com aquela inveja que, tu tá te divertindo, tocando e, ele tá supostamente "segurando as pontas" com a logística da apresentação. Também cheguei a conclusão que, era melhor ter evitado meus comentários sobre o cd de EMO que estava tocando que, era a banda q o dono do bar produzia, talvez ele não aceite críticas. Mesmo que as tivesse feito para meus amigos e, todos concordaram.

Quando comecei a ver q tinha gente em volta mirando minha cabeça para me bater eu achei melhor pegar o talão de cheques no carro e para de discutir em vão. Quando volto com o talão de cheques os caras continuam me enchendo o saco e não me diziam o valor a pagar. Paguei e sai pra rua, puto da cara.

Ficamos esperando o resto da galera, só Fabrício apareceu. Eu queria esperar o Mopho e o Maurício pra tentar entender mais o que tinha acontecido lá dentro. No fim, me convenceram a ir embora. Paramos no postinho e tomamos um café gostoso para ir pra casa com o dia claro.

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