Salão Fígaro ou patê de fígado para os íntimos
Acordo totalmente sequelado da noite anterior, almoço muito pouco, tomo um banho e vou pra Novo Hamburgo. Chegando na casa do Mopho, eles estavam parados com caras tristes, o Sonar, programa que estamos usando para gravar o nosso disquinho, estava inativo. O Play não rolava. Mopho ficou mexendo um tempão, parecia que iamos ter férias por causa do programa mas, pedi e comecei a mexer na máquina e, pra minha, nossa sorte, consegui resolver o problema rapidinho e, depois de receber beijos de todos, socos e, demais demonstrações de afeto, as coisas começaram.
Subestimador, que faltavam algumas guitarras foi gravada muito rápida, estavam todos iluminados e, logo estavamos gravando a última. Enquanto o Mauricio gravava Eu não entendi junto com nosso mentor Fabrício, eu, Mopho e Gustavo tocávamos ao violão as próximas músicas da Salão. 2 músicas que Mopho e Maurício terminaram na semana passada e, uma do Gustavo onde colocamos nossas vozes à prova. Mostrei duas minhas que, se estão parcialmente engavetadas, não sei se usaremos.
Esta semana teremos ensaio e, a partir de agora, gás total. Para o disco, o Mopho irá gravar suas vozes sozinho, depois, fagulhas, abelhas e vespas que ainda faltam serão gravadas na hora de mixagem. Ainda faltam os backing vocals em que todos participarão, mixagem, masterização e, finalmente nosso filho nascerá. Em breve anuncio dois shows, assim que confirmarem as datas. Nos dois shows, bandas gêmeas e muito clima de família em lugares legais.
Quando as dores da minha úlcera e, minha gastrite de estimação começaram a incomodar ao extremo fui embora. No caminho, precisei parar pois estava quase vomitando dentro do carro. A única coisa que me restou a fazer no Sábado foi deitar na cama e ficar sofrendo no escuro.
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