Livros x vida real
Hoje de manhã quando no trem, lia meu livro Christine, o carro assassino fiquei muito empolgado. Fato é que o fator suspense enfim começou. O carro assassinou um jovem sem que qualquer pessoa estivesse dirigindo o carro. Depois de o atropelar ficou com as rodas em cima das costas do rapaz e ficou patinando, patinando até transformá-lo numa poça de sangue e destroços.
Mas, porque digo isto? Qual a graça disso tudo?
A graça é que as vezes as pessoas ficam patinando no mesmo lugar, nos mesmos erros. O tempo dá a elas uma chance de aprender, de ver que suas suspeitas eram infundadas no passado para que elas não repitam o mesmo erro no futuro. O tempo mostra também que não se ressucita fantasmas, que isto só atrapalha. Errar é humano, persistir no erro é burrice. Hoje, depois de uns 3 anos que os erros começaram a acontecer, infelizmente ainda não se aprendeu nada com isso.
Cruzo minhas pernas e fico balançando o pé, talvez esperando, talvez, deixando o tempo passar sem esperar nada dele.
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