Sexta
Escutando Holding my own do The Darkness ( adoro escrever esta coisa de "do The", tudo a ver)
Chego em casa e estou sozinho. Cervejas, computador, cigarros e dor de estômago. Decido de uma vez por todas queimar um cd com o Whiskeytown, coisa que escuto direto no trampo. Country, musicas bonitas, instrumentos adversos e, em 7 minutos coloco o cd pronto no som. O Jax me liga para tomarmos uma ceva antes que ele tivesse que buscar a namorada em Canoas.
Nos encontramos no Só pra e, tem um margrão, pra variar músico na nossa mesma. Discorremos papos sobre como gravar, como fica melhor, como deve ser, isto e aquilo e, ele falou que gastou 4 horas para gravar uma música no Brothers e, reclamou do resultado. Eu disse pra ele que, em 4 horas seria impossível gravar 4 instrumentos, em canais separados. No máximo 2 instrumentos e, com muita sorte e equipamentos bons. O músico tem que estar no seu melhor momento para captar um bom take. Ás vezes, demora-se 3 horas de repetições até se conseguir algo bom. E, as vezes, senta-se numa cadeira e grava, sem parar.
Salão Fígaro e seven to nine são coisas bem diferentes e, o resultado tb. Eu e o jax gravamos coisas aqui em casa, ou mesmo na casa dele sem equipamentos bons, sem muita coisa e ficou relativamente bom. No caso da Salão, instrumentos e equipamentos bons e se comparar as duas gravações, as coisas não ficaram tão distantes. Os alvos são diferentes mas, coisa que demoro 3 horas pra tocar e gravar no baixo, na guitarra sai muito mais rápido até porque, é meu instrumento de coração.
Depois de buscarmos a Natália, ficamos no posto e, ligo pro Walter, logo chega tb o Hooligan e ficamos ali conversando. Jack Ass, preferencias musicais semanais e, muito riso. Gente mais do que gente fina, família total. Depois chega o bozo, primo do Jax que, com certeza é um dos caras mais engraçados que conheço. Vou cedo pra casa, o sono me pega. Além do mais, Sábado será um dia cheio. Cheio de roque.
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