7.12.03

Lo-Fi

O Silvério chega em casa logo que acordo. Tomamos café preto e ele finalmente assiste nosso ensaio que foi filmado. Enquanto eu me preocupo com tempo e outras coisas, o Silvério se tapa de nojo com o jeito que segura as baquetas, profi é outra estória. Mesmo assim nos empolgamos muito com as músicas e, depois que ele sai lá de casa, vou ver minha mãe que tinha chegado do hospital.

Lavo a louça, coço um pouco o saco e saio pra encontrar o Jax, encontro ele com o Silvério e, ele está de cara feia pra mim, não aceitou muito bem as coisas que falei na noite anterior. Depois de muito papo, com o Silvério de Juiz do debate e ás vezes deixa-disso, tudo fica tranquilo e, partimos para outro buteco para beber e conversar mais. Enquanto o Silvério dá bandas de skate, eu e o Jax ficamos conversando e, de canto de ouvido ouvindo papos sobre impotencia, sai fora...

Consigo derrubar um copo de cerveja no Jax e, ele me confidencia que numa mesma noite, há tempos atrás o Silvério derrubou dois copos de cerveja nele, ele quase chegou a achar que era por querer. Largo ele em casa e parto pra casa pra tomar um banho e me preparar para o roque da noite que começaria as sete da tarde e tinha garantias de ir até a madrugada.

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