Salão Fígaro
Dormi cedo na Sexta depois da cervejada no Jacques. No Sábado, acordei cedo e, ao meio dia e meia estava passando na casa do Gordinez. Fomos para um boteco, ao lado do trem para esperar o Mopho e o Maurício, meus colegas de Salão Fígaro. O Fabrício apareceu e deixou todos babando com o Tremendão e a caixa Beringer enorme na pick-up.
Grandes pessoas, Mopho e Maurício. Seguimos para o estúdio e montamos a parafernália, bebendo cervejas, cortesia do Marcelo e do Chandele que apareceram por lá para cobrir a falta do baterista original que está com tendinite. Infelizmente ainda não captei totalmente a idéia do som, só conhecia a Sub-estima dor, praticamente segui as guitarras ainda meio sem jeito com o baixo. Não sei ainda se os sons casam com meu estilo de tocar baixo, quase inexistente por sinal.
De qualquer forma foi legal. O Marcelo aparentemente curtiu muito tb, pena ele não ser um cara sério porque seria a chance dele, acho que a outra metade da Salão curtiu ele tb. E o Marcelo gostou muito do Mopho tb, riram muito, não tem como não gostar dele tb.
Um das músicas tem um riff muito especial, empolgante, senão me engano, Fá Dó# e Si bemol. Teve horas que dei pauladas no baixo, imitando acordes de guitarra, sentindo falta de uma distorção, mesmo que alguns achem que não faz diferença, eu acho. Não sei se o pessoal curtiu estes momentos mas, achei massa.
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